quarta-feira, 14 de julho de 2010

Dicas para melhorar o consumo alimentar

Muitos pais enfrentam problemas ou situações difíceis na hora da refeição de seus filhos, principalmente durante os primeiros anos de uma criança.
Cara feia, choro, bico... e nada de comer!!!
Veja a seguir algumas dicas essenciais para ajudá-los a propiciar a seu filho(a) uma alimentação mais regular e saudável...

• A criança precisa ter horários predeterminados para a ingestão de qualquer alimento. É comum dar mais importância para o café da manhã, almoço e jantar, deixando os lanches, biscoitos e as guloseimas sem padrão de horário.
• É importante um intervalo entre as refeições de duas a três horas. A criança deve aprender, desde pequena, a comer nos horários determinados pela família, pois assim reforçam os bons hábitos alimentares e a convivência familiar. Uma criança que não tem intervalos razoáveis entre as refeições, ela se adapta a falta de horário, não se alimentando bem no almoço e no jantar.
• Não oferecer alimentos entre as refeições. Quando a criança recusa a refeição principal, não se deve oferecer outro alimento no lugar, não forçá-la nem agradar-lhe. Neste caso, o melhor é aguardar mais meia hora ou uma hora e oferecer novamente a mesma refeição.
• Diminuir os líquidos entre as refeições. Durante as refeições as bebidas precisam ser controladas, pois a criança troca facilmente a refeição por sucos ou refrigerantes.
• Não recompensar nem ameaçar a criança que não come.
• Ter firmeza e equilíbrio. Quando a criança se alimentar fora de hora ou comer, com freqüência, alimentos inadequados, pode ocorrer prejuízos no seu estado nutricional.
• Evitar artifícios para estimular a alimentação: aviãozinho, televisão.
• Os pais precisam dar exemplo de alimentação saudável: as crianças copiam os modelos alimentares dos pais e de pessoas que admiram.

Alergia ao Leite de Vaca x Intolerância à Lactose


A Alergia à Proteína do leite de vaca (APLV) e a intolerância à lactose são duas patologias diferentes, apesar de causadas por um alimento em comum e de apresentarem sintomas semelhantes.
A APLV é provocada pelas proteínas presentes no leite, que é identificada pelo sistema imunológico como um agressor, um agente estranho que precisa ser combatido. A partir da ingestão destas proteínas o sistema imunológico desencadeia uma verdadeira guerra contra os “agressores”, e esta guerra é a responsável pelos sintomas – diarréia, dor abdominal, vômitos persistentes e ainda: lesões na pele, como urticária e coceira, sintomas respiratórios, inflamação da mucosa intestinal e até pequenos sangramentos intestinais.
Diferente da APLV, quando o organismo produz substâncias para "combater" a proteína do leite, a intolerância à lactose é a falta ou deficiência da produção de uma enzima chamada lactase, que serve para digerir a lactose (o açúcar do leite). Quando não absorvida, ela é fermentada por bactérias do intestino grosso, levando à diarréia, cólicas, distensão abdominal, e desconforto.
A intolerância a lactose pode ser genética e nesse caso a pessoa já nasce sem produzir a enzima lactase, porém, em outras situações, pessoas que nunca foram intolerantes passam a ser, após gastroenterites, doenças inflamatórias intestinais, doença celíaca, etc. Nesses casos, a intolerância à lactose pode perdurar até o final da vida ou pode ser transitória e, ainda, pode apresentar vários graus. Geralmente a intolerância à lactose tende a piorar com a idade.
Ao contrário, a APLV tende a ser pior nos primeiros anos de vida e seus sintomas podem se suavizar com o passar dos anos. Muitas vezes esta alergia é desencadeada quando o bebê menor de 6 meses recebe leite de vaca em substituição ao leite materno, principalmente se for filho de pais alérgicos.
O aparelho digestivo dos bebês está preparado para digerir somente o leite materno, que é um alimento de fácil digestão, mas em muitas situações a mãe não pode amamentar e acaba-se utilizando leite de vaca, no lugar de fórmulas específicas para a idade da criança. Nestes casos, como o intestino ainda não amadureceu o suficiente, ele acaba permitindo que proteínas inteiras ou fragmentos maiores de proteína sejam absorvidos, e ao entrarem na corrente sangüínea, desencadeiam o processo alérgico.
Após esse primeiro contato, toda vez que o leite for ingerido, o organismo agirá da mesma maneira, e os sintomas surgem novamente, porém, nem sempre o problema é percebido logo porque pode ser confundido com a Intolerância à Lactose ou com outras doenças ou mesmo alergia, mas a outros alimentos, como soja (ou leite de soja), etc.
Assim, é importantíssimo ser corretamente diagnosticado, porque o tratamento é diferente!
Na intolerância à lactose o componente que precisa ser excluído, ou pelo menos ingerido em menor quantidade (dependendo do grau de intolerância) é a lactose, enquanto que na APLV deve-se excluir totalmente a proteína do leite e mesmo frações dela, pois até mesmo alimentos “contaminados” com proteínas do leite podem desencadear o processo alérgico.

Torta de frango

Ingredientes
Massa:
1 ovo
120g de margarina light amolecida
60 a 100ml de leite desnatado
480g de farinha de trigo
Sal, orégano e cúrcuma a gosto
Recheio:
4 dentes de alho
1 colher de sopa de azeite
3 cebolas cortadas em rodelas finas
1 pote de requeijão light
1 peito de frango cozido e desfiado
2 tomates picados
2 colheres de sopa de extrato de tomate
Sal e salsinha a gosto

Modo de preparo
Massa:
Bata todos os ingredientes no liquidificador e reserve.
Recheio:
Numa panela aquecida, adicione o azeite. Refogue a cebola, o alho e depois os tomates. Em seguida, coloque o frango desfiado, o extrato de tomate e misture bem. Adicione o sal e desligue o fogo. Depois misture o requeijão e a salsinha.
Montagem:
Numa assadeira untada coloque metade da massa. Acrescente o recheio e por cima, o restante da massa. Coloque no forno aquecido em 180 C e deixe assar por aproximadamente 30 minutos.

Sanduíche Quente Light

Ingredientes
6 fatias de pão de forma light
200 g de cream cheese light
10 colheres (sopa) de leite desnatado
1/2 xícara (chá) de pimentão vermelho em tiras
200 g de salsicha de peru ralada
2 tomates
1 colher (chá) de azeite de oliva
1 colher (chá) de orégano
1 pitada de sal


Modo de Preparo
Forre um refratário com as fatias de pão. Derreta o cream cheese com o leite desnatado. Coloque sobre o pão. Distribua o pimentão em tiras por cima e enfeite com a salsicha ralada e o tomate. Regue com o azeite de oliva e salpique o orégano e o sal. Leve ao forno médio por cerca de 15 minutos para esquentar bem.

Sanduíche de Vegetais

Ingredientes
2 cenouras médias cozidas e cortadas em tiras
2 colheres (sopa) de pimentão vermelho cortado em tiras
1/2 xícara (chá) de brócolis cozidos

60 g de azeitonas verdes picadas
1 cebola cortada em rodelas
4 colheres (sopa) de creme de leite light
1 colher (chá) de catchup
1 colher (chá) de mostarda
sal a gosto
2 fatias de pão de forma light


Modo de Preparo
Prepare o recheio: misture todos os ingredientes. Monte o sanduíche: distribua a pasta sobre as fatias de pão.

Sanduíche Supernatural

Recheio
2 fatias de pão integral
2 folhas de rúcula ou alguns ramos de agrião picadinhos
1/2 cenoura média ralada
2 colheres de sopa de beterraba ralada
2 nozes sem casca picadas
1 colher de sopa de uvas passas



Molho (opcional)
1 colheres de sopa de shoyu (ou um pouco mais, se preferir mais salgado
1/2 colher de sopa de água
1 pitada de gengibre ralado
1 colher de chá de azeite de oliva
1 colher de chá de sementes de gergelim



Modo de Preparo
1 - Misture todos os ingredientes do recheio.
2 - Misture todos os ingredientes do molho.
3 - Misture ambas as preparações, recheie o sanduíche.

Sanduíche com Peito de Peru e Cream Cheese

Ingredientes
- 1 colher (sopa) de cream cheese
- 2 fatias de pão de fôrma integral
- 3 fatias de peito de peru
- 2 folhas de alface lisa
- 2 rodelas de tomate

Modo de Preparo
Passe o cream cheese sobre as duas fatias de pão de fôrma e acrescente os demais ingredientes. Sirva a seguir.