quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

NOVAS REGRAS PARA RÓTULOS DE ALIMENTOS



As alegações nutricionais, presentes nos rótulos de alimentos, deverão seguir novos critérios para serem utilizadas. É que a Resolução RDC 54/2012 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União dessa terça-feira (12), alterou a forma de uso de termos como: light, baixo, rico, fonte, não contém, entre outros.
O uso da alegação light, por exemplo, só será permitido para os alimentos que forem reduzidos em algum nutriente. Isso quer dizer que o termo só poderá ser empregado se o produto apresentar redução de algum nutriente em comparação com um alimento de referência (versão convencional do mesmo alimento).
Anteriormente, a alegação light podia ser utilizada em duas situações: nos alimentos com redução e nos alimentos com baixo teor de algum nutriente. “Tal situação dificultava o entendimento e a identificação pelos consumidores e profissionais de saúde das diferenças entre produtos com a alegação light”, explica o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.
Oito novas alegações nutricionais foram criadas pela nova regulamentação: não contém gorduras trans; fonte de ácidos graxos ômega 3; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 3; fonte de ácidos graxos ômega 6; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 6; fonte de ácidos graxos ômega 9; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 9; e sem adição de sal.
Segundo o diretor da Anvisa, muitas vezes, o uso de uma alegação demanda a declaração de um esclarecimento ou advertência na rotulagem a fim de proteger o consumidor da veiculação de informações incompletas e potencialmente enganosas. “Um exemplo típico é o caso dos óleos vegetais com a alegação sem colesterol. Nesses casos, os fabricantes são obrigados a informar ao consumidor que todo óleo vegetal não contém colesterol, ou seja, que essa é uma característica inerente do alimento, que não depende de sua marca”, argumenta o diretor da Agência.
Já os critérios para o uso das alegações de fonte e alto teor de proteínas receberam a exigência adicional de que as proteínas do alimento devem atender a um critério mínimo de qualidade. “Essa alteração visa proteger o consumidor de informações e práticas enganosas como, por exemplo, o uso de alegações de fonte de proteína em alimentos que contenham proteínas incompletas e de baixa qualidade”, afirma o diretor de Controle e Monitoramento Sanitário da Anvisa, Agenor Álvares.
 
(Fonte: Site Agência Nacional de Vigilância Sanitária - www.anvisa.gov.br)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Cottage zero lactose chega ao mercado brasileiro

Verde Campo amplia sua linha de produtos e lança o primeiro cottage zero lactose.

 
Para quem gosta de novidades, com certeza vai curtir muito esta. A linha Lacfree, da Verde Campo, ganha um novo integrante: o queijo cottage Lacfree. Sem similares no mercado, o cottage Lacfree deve suprir uma das grandes demandas por pessoas com IL: a de encontrar produtos sem lactose para o café da manhã e lanches.
De acordo com o presidente da Verde Campo, Alessandro Rios, “diversos estudos indicam que grande parte da população brasileira possui algum grau de intolerância à lactose. Entretanto, somente agora as pessoas estão tomando consciência dessas restrições. O mercado possui poucos produtos específicos para essa população e foi pensando nisso que desenvolvemos a linha de produtos Lacfree”.
Ao longo dos últimos três anos, cerca de três milhões foram investidos em tecnologia e na expansão da capacidade produtiva da fábrica e a expectativa é que o novo produto corresponda a 30% das vendas da empresa.
O queijo cottage da linha tradicional (com lactose) já fazia parte da família de alimentos da Verde Campo, um alimento com alto teor de cálcio e proteína aliado a baixas calorias. A versão zero lactose oferece o mesmo benefício do alimento tradicional, além de conter uma redução no sódio (33% de redução em comparação ao tradicional).
Alessandro comenta que até o iníco de 2013 a empresa espera lançar mais dois produtos que farão parte da linha Lacfree. Esses já foram desenvolvidos e estão no processo de registro no Ministério da Agricultura.
Por enquanto, a linha Lacfree pode ser encontrada nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para saber sobre os pontos de venda nesses estados, baixe o PDF.
 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A verdade sobre os refrigerantes

Vídeo produzido por ex publicitário do Burguer King, Domino’s e Coca-Cola mostra de maneira irreverente os males causados pelo consumo excessivo de refrigerantes.
Já está comprovada a relação entre o consumo de bebidas açucaradas e o aumento das taxas de obesidade que também contribui com a elevação da prevalência de diabetes, doenças coronarianas entre outras.

O
Centro de Ciência para Interesse Público, lançou o vídeo “The Real Bears” o qual mostra as consequências do consumo excessivo de refrigerantes.

O vídeo foi elaborado por Alex Bogusky, famoso publicitário que já produziu comerciais para empresas como Burguer King, Domino’s e Coca-Cola . Bogusky deixou de produzir para essas empresas há dois anos e agora assume um papel de maior interesse social.

Fonte: http://therealbears.org/

 
As informações citadas pelo vídeo, na ordem em que aparecem, são:
  • Refrigerantes e outras bebidas adoçadas são a maior fonte de calorias da sua alimentação. Fonte: 2011 Dietary Guidelines for Americans
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  • Uma porção extra de bebidas adoçadas por dia eleva o risco de obesidade de uma criança em 60%. Fonte: The Lancet, 2001
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  • Um ou dois copos de bebidas adoçadas por dia aumenta o risco de diabetes tipo 2 em cerca de 25%. Fonte: Diabetes Care, 2010
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  • Cerca de metade dos homens com diabetes vai ter problemas de ereção. Fonte: Current Diabetes Reports, 2005
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  • O açúcar e ácidos contidos em refrigerantes favorecem a queda dos dentes. Fonte: Surgeon General’s Report On Oral Health, 2010
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  • A diabetes é a causa de mais de 60 mil amputações por ano, US Centers for Disease Control (CDC)
  

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ministério reduz de 18 para 16 anos idade mínima para cirurgia bariátrica no SUS


Brasília – No Dia Nacional de Prevenção à Obesidade, lembrado hoje (11), o Ministério da Saúde informou que vai reduzir, de 18 para 16 anos, a idade mínima para realização de cirurgia bariátrica no Sistema Único de Saúde (SUS), nos casos em que há risco de morte para o paciente.

De acordo com comunicado da pasta, a decisão foi tomada com base em estudos que apontam o aumento da obesidade entre adolescentes. Dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2009 (POF) indicam que, na faixa de 10 a 19 anos, 21,7% dos brasileiros apresentam excesso de peso. Em 1970, o índice era 3,7%.
O governo anunciou ainda a inclusão de exames e de técnicas cirúrgicas para redução de estômago. Atualmente, o SUS autoriza três técnicas: a gastroplastia com derivação intestinal; a gastrectomia com ou sem desvio duodenal; e a gastroplastia vertical em banda, que será substituída por apresentar significativo índice de novo ganho de peso pelo paciente. No lugar desse procedimento, está prevista a inclusão da gastroplastia vertical em manga (sleeve).
Na cirurgia plástica reparadora pós-operatória, além da oferta da cirurgia plástica reconstrutiva do abdome para correção dos excessos de pele (chamada de dermolipctomia abdominal), a rede pública deve passar a oferecer também o procedimento que inclui a intervenção na parte posterior do tronco.
Antes de se submeter a uma das três técnicas, o paciente entre 16 e 65 anos deve passar por avaliação clínica e cirúrgica e ter acompanhamento com equipe multidisciplinar durante dois anos. Nesse período, ele terá de fazer dieta e, se os resultados não forem positivos, a cirurgia será recomendada.
“O Ministério da Saúde continuará fortalecendo as ações primárias e de prevenção da obesidade por meio do incentivo à mudança dos hábitos de vida da população, principalmente alimentação adequada e prática de exercícios físicos regulares”, destacou a nota.
As novas regras constam na Consulta Pública nº 12, de 24 de setembro de 2012, que ficará disponível à população até a próxima segunda-feira (15). A proposta deve substituir as portarias nº 492 e 493, de 31 de agosto de 2007.

O documento prevê também um reajuste nos valores das técnicas de cirurgia bariátrica na tabela do SUS, assim como do valor pago pela realização de cinco exames ambulatoriais pré-operatórios considerados obrigatórios: a endoscopia digestiva alta; a ultrassonografia de abdome total; a ecocardiografia; a ultrassonografia com doppler colorido de vasos; e a prova de função pulmonar completa com broncodilatador (espirometria).
Entre as diretrizes vigentes que não vão sofrer mudanças está o Índice de Massa Corporal (IMC) indicado para realização da cirurgia bariátrica, que deve ser maior que 40. O procedimento também pode ser realizado em pacientes com IMC entre 35 e 40 que apresentem diabetes, hipertensão, apneia do sono, hérnia de disco e outras doenças agravadas pela obesidade.
Dados do ministério mostram que o número de cirurgias bariátricas no país saltou de 1.773 em 2003 para 5.332 no ano passado – um aumento de 200%. Nos três primeiros meses de 2012, já foram feitas 1.286 cirurgias, com investimentos de R$ 7 milhões.

Fonte: Agencia Brasil

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O Ministério da Saúde em parceria com Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP) e com o apoio do Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (SINEPE/RS), realizará no próximo dia 05 de setembro de 2012 em Porto Alegre/RS, o lançamento do ‘Manual das Cantinas Escolares Saudáveis: promovendo a alimentação saudável’.
O lançamento deste manual, que tem em vista a promoção de ambientes saudáveis no território escolar, é uma das ações previstas no Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério da Saúde e a FENEP.

Tal acordo, firmado em 2012, tem por objetivo a implementação de ações conjuntas de promoção da alimentação saudável na rede privada de ensino, em âmbito nacional, com adesão voluntária das escolas interessadas.

O evento tem a finalidade de apresentar aos diretores das escolas particulares associadas ao SINEPE/RS a proposta de plano de ação desenvolvido a partir do Acordo de Cooperação Técnica, além de apresentar a comunidade escolar o Manual das Cantinas Escolares Saudáveis e convidar as escolas particulares a aderir a essa ação de promoção da alimentação saudável no ambiente escolar em parceria com o Governo Federal”.

Fonte: CGAN

Impacto psicossocial da alergia alimentar em familiares com filhos alérgicos


 

Por:  Dra. Roseli Oselka Saccardo Sarni e

         Profa. Dra. Fabíola Isabel Suano de Souza

A alergia alimentar tem apresentado, nos últimos anos, prevalência ascendente em diversos países. Os alimentos envolvidos em mais de 80% dos casos de alergia são: leite, ovo, soja, trigo, amendoim, frutos do mar, peixes e castanhas. Na faixa etária pediátrica o leite e o ovo são os mais comumente envolvidos. Nos lactentes com idade inferior a um ano o leite de vaca é o responsável por 80% das alergias a alimentos. Cabe salientar que a alergia ao leite de vaca (ALV) é uma doença que, na maioria das vezes, apresenta um curso autolimitado, contrariamente ao observado na alergia a frutos do mar que acomete, com maior frequência, adultos e tende a persistir ao longo da vida.

As formas clínicas da alergia alimentar são variadas o que por vezes dificulta o diagnóstico e, consequentemente, o planejamento terapêutico. A única forma de tratamento disponível, até o momento, é a exclusão do alimento envolvido por um tempo variável ou até que o indivíduo adquira tolerância.

A complexidade da retirada do alimento da dieta é variável na dependência da faixa etária, assim, considera-se mais difícil a retirada do leite de uma criança com ALV comparativamente à exclusão de frutos do mar em adultos alérgicos a este alimento. A primeira situação associa-se com maior risco nutricional, prejuízo da qualidade de vida e traz limitações práticas no dia a dia.

Situações cotidianas como frequentar escola, festas de aniversário, casa de parentes podem representar situações de risco, que impõem modificação na rotina da família. O medo de exposições acidentais no domicílio ou em ambientes de risco (p.ex. escola, lanchonetes, restaurantes e festas), especialmente em crianças com reações graves, é constante nas famílias o que pode contribuir para uma situação de isolamento social.

Outro aspecto importante, que têm impacto psicossocial em famílias de indivíduos alérgicos, é o método utilizado para o diagnóstico de alergia alimentar, o teste de provocação oral (TPO). Apesar de necessário, o TPO não é um procedimento isento de risco, traz preocupação e ansiedade para a família, e deve ser orientado de maneira ampla para os familiares e realizado de modo seguro. Importante lembrar que os protocolos de tratamento sugerem que o TPO seja realizado para o diagnóstico e periodicamente a cada 6 meses .

Teste de provocação oral - "oferta do alimento, para o qual quer se comprovar ou descartar associação com alergia, em quantidades crescentes, em intervalos de tempo regulares, sob supervisão médica, com profissionais habilitados que têm disponíveis medicamentos e equipamentos para tratar possíveis reações graves, devendo o paciente ficar em observação por 2 a 4 horas".
 
A possibilidade de reações, durante a realização ou no período de observação do TPO (p.ex. urticária, angioedema, diarreia, vômitos e/ou anafilaxia) e de sintomas tardios ou inespecíficos que exigem observação por semanas (p.ex. diarreia, comprometimento na velocidade de ganho de peso e estatura, refluxo gastroesofágico e colite) deve ser explicada detalhadamente aos responsáveis pela criança.


Quando o TPO é positivo, mantém-se a exclusão do alimento e monitora-se a evolução. Algumas crianças podem levar semanas, após o TPO, para redução ou remissão dos sintomas. A orientação nutricional com substituição apropriada do alimento envolvido, esclarecimento a respeito da leitura e interpretação dos rótulos de produtos industrializados, conduta frente a eventos sociais e ambientes de risco, procedimento a ser adotado nas escolas, risco de contaminação cruzada e de possíveis transgressões devem ser abordados no momento do diagnóstico e periodicamente reforçados com todos os envolvidos. A informação de qualidade é fundamental para redução dos riscos para as crianças portadoras de alergia alimentar e da ansiedade dos pais.

São pontos críticos da alergia alimentar que podem comprometer a qualidade de vida das crianças e de seus familiares:
·       O momento do diagnóstico embasado na realização do TPO.

·       A proposta terapêutica que envolve a completa exclusão do alimento, de seus derivados e de preparações que o contenham.

·       O risco de isolamento social pelo medo de exposições acidentais em ambientes de risco (Ex. festas, praças de alimentação, utensílios domésticos contendo resíduos do alimento envolvido, entre outros).

·       A dificuldade econômica de acesso ao tratamento adequado. Por exemplo, o custo de fórmulas infantis especiais utilizadas em lactentes com ALV.

·       A possibilidade de exposições inadvertidas tendo em vista o desconhecimento ou modificação na composição nutricional de produtos industrializados.

·       A necessidade da família de crianças com restrições graves portar medicamentos para situações de emergência como, por exemplo, a noradrenalina autoinjetável.

·       A sensibilização e orientação adequada de outras pessoas envolvidas na rotina diária da criança (p.ex. professores e funcionários das creches e escolas).

·         Frente a esse quadro, cresce na literatura mais recente publicações abordando o impacto psicossocial da alergia alimentar na criança e seus familiares, que podem comprometer os hábitos alimentares, a socialização e o desenvolvimento da criança em curto e longo prazo, a dinâmica familiar e a adesão ao tratamento.
    
·         Ainda são escassos na literatura internacional e inexistentes em nosso meio estudos avaliando o impacto da alergia alimentar sobre a qualidade de vida da crinça e sua família. Algumas dificuldades relatadas para sua execução são a escolha do instrumento de avaliação adequado (questionário), a ampla variedade dos sintomas, idade e os alimentos envolvidos.

·         Os dados disponíveis confirmam prejuízo psicossocial às crianças com alergia alimentar e suas famílias. O impacto é maior quando a doença acomete crianças e envolve reações mais graves. Cohen et al, 2004(9), utilizando questionário específico para alergia alimentar – Food Allergy Quality of Life-Parental Burden – FAQL-PB, observaram, em famílias de crianças com alergia alimentar, pior qualidade de vida em todas as esferas (física, social e emocional). Os autores ressaltaram o comprometimento na interação social, com prejuízo à frequência da criança e seus pais em festas, limitação nos locais frequentados nos períodos de férias e na rotina diária (p.ex. restaurantes, lanchonetes e praças de alimentação). Sicherer et al, 2001; utilizando o Chilren’s Generic Health Questionnaire (CHQ-PF50), descreveram o impacto emocional nos pais de crianças com alergia alimentar com limitação nas atividades rotineiras. Houve associação entre os menores escores de qualidade de vida e pior adesão ao tratamento.

Algumas características são observadas com maior frequência em famílias de crianças com alergia alimentar:
         ·            Profundo impacto psicossocial e comprometimento nas atividades de vida diária.

         ·            Repercussões possíveis: depressão, isolamento social e maior estresse em situações cotidianas.

        ·            Repercussões e postura do profissional dependem da caracterização das Famílias:
         ·            Famílias disfuncionais (muito fechadas em si mesmas com pouco contato com o mundo externo):
         ·            Repercussões possíveis: prejuízo em lidar com as próprias emoções, forte resistência em aceitar o diagnóstico, maior fragilidade das crianças em lidar com situações práticas.
 
         ·            Papel do profissional de saúde: ser um facilitador para que a família possa encontrar o melhor caminho de reagir ao impacto do diagnóstico e às dificuldades/limitações impostas pelo tratamento.

A abordagem psicossocial em famílias com crianças com alergia alimentar deve ser prática rotineira, tendo em vista as repercussões sobre a qualidade de vida dos envolvidos e sobre a adesão ao tratamento. Nesse sentido, algumas medidas podem ser adotadas pela equipe que presta assistência:

·       Acolher a família (dúvidas, ansiedade e preocupações) fortalecendo o vínculo médico-paciente e aumentando a segurança em lidar com o problema.

·       Atuar, sempre que possível, com equipe multiprofissional

·       Oferecer opções, explicar e monitorar todas as etapas do tratamento:

·       Estimular a alimentação saudável, mesma na vigência de restrições (Ex: receitas, cardápios).

·       Orientar a conduta em ambientes de risco: escolas, festas, brincadeiras com amigos, visitas à casa de outros parentes, etc.

·       Explicar a importância da leitura e correta interpretação de rótulos de produtos industrializados.

·       Orientar e disponibilizar protocolo escrito envolvendo a conduta e medicamentos necessários para o atendimento imediato a reações graves.

Fonte: www.danonebabyprofissionais.com.br

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Importância da vitamina A

 A vitamina A é um nutriente essencial para o crescimento e o desenvolvimento saudável da criança e também para o bom funcionamento dos olhos. Ela ajuda a reduzir as chances do pequeno de ter anemia, diarreia, cegueira, além de prevenir a mortalidade infantil. Desde 2005, o Ministério da Saúde trabalha, por meio do Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A, para diminuir a deficiência da vitamina no País, já que cerca de 20% das crianças brasileiras apresentam carência.

Segundo a coordenadora geral de alimentação e nutrição do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, a causa da deficiência de vitamina A está relacionada a maus hábitos alimentares. “Por isso, a Organização Mundial de Saúde (OMS)e o MS preconizam a suplementação preventiva com megadoses de vitamina A, porque com a adequada prevenção poderemos reduzir em 24% a mortalidade infantil e até 28% da mortalidade causada por diarreias”, explica.

O corpo não pode fabricar vitamina A, portanto, toda vitamina A que necessitamos deve provir dos alimentos. Contudo o corpo pode armazenar as porções que ingerimos de modo a termos uma reserva quando necessitamos. Assim, as crianças devem receber duas doses anuais da vitamina A, com intervalo de seis meses entre uma dose e outra. Além da suplementação, elas também podem aumentar a dose de vitamina A no organismo se alimentando de fígado, gema de ovo, leite de vaca; frutas amarelo-alaranjadas: manga, caju, goiaba, mamão e caqui; vegetais amarelos: abóbora e cenoura; vegetais folhosos verdes: espinafre, couve, beldroega, caruru e mostarda; óleos e frutas oleaginosas: buriti, pupunha, dendê e pequi. Amamentar exclusivamente o bebê até o 6º mês e continuar até pelo menos os 2 anos de idade também ajuda a diminuir a deficiência.

Fonte: http://www.blog.saude.gov.br/saia-a-importancia-da-vitamina-a/